sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Não me julguem por quem eu tenho sido esses dias: intempestiva, introspectiva e carente. Extremamente carente. Estranho falar de carência nessa época já que é nessa época que as pessoas mais trocam afetos. Além disso, as praças estão cheias. As avenidas repletas de pessoas. Até a casa está cheia, meu Deus, mas acontece que aqui dentro de mim há um enorme vazio. Vazio das certezas das coisas que não voltam mais. Inútil tentar esquecer o que não se esquece: um natal com a família toda reunida. Um natal em que todos estavam vivos e que a grande alegria era tê-los por perto.
domingo, 18 de dezembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Não me venha com julgamentos a essa hora. Agora que já conheço bem a vida e a morte; esse fio condutor que une uma a outra e as torna tão próximas. Só eu sei dos meus desassossegos. O quanto eu quis gritar e tive que me calar; enquanto eu via a vida se esvaindo e a morte se aproximando. Só eu sei das torturas da minha alma. O quanto fui fraca sim, mas forte o bastante para resistir e não desistir de mim.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Não foi apenas um tiro que acertou o nosso amor...
Foram vários "tiros" na alta madrugada.
Só eu sei o que passava nas noites em que você desaparecia
E eu via e sentia a dor do dia amanhecer...
Eu sei que você nem se lembrava que já era tarde
Que a casa já estava arrumada
Que a sopa já estava fria sobre a mesa.
Eu sei que você nem sabia que o seu hoje já era o ontem.
Afinal, você nem percebia que a maquiagem já estava toda borrada,
O cabelo desfeito e o amor machucado
Ferido pelos vários "tiros" que você negava...
Foi esse seu vício, prazer egoísta, que cegou seus olhos,
Que tapou seus ouvidos
E que acertou covardemente o nosso amor.
Hoje faz oito dias que , impune, você goza a liberdade!
Foram vários "tiros" na alta madrugada.
Só eu sei o que passava nas noites em que você desaparecia
E eu via e sentia a dor do dia amanhecer...
Eu sei que você nem se lembrava que já era tarde
Que a casa já estava arrumada
Que a sopa já estava fria sobre a mesa.
Eu sei que você nem sabia que o seu hoje já era o ontem.
Afinal, você nem percebia que a maquiagem já estava toda borrada,
O cabelo desfeito e o amor machucado
Ferido pelos vários "tiros" que você negava...
Foi esse seu vício, prazer egoísta, que cegou seus olhos,
Que tapou seus ouvidos
E que acertou covardemente o nosso amor.
Hoje faz oito dias que , impune, você goza a liberdade!
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